segunda-feira, 19 de maio de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
A vida dos meus sonhos.
Acho que dos sonhos de muita gente, mesmo sendo impulsiva e super inconstante, eu tenho muita vontade de ter uma vida normal como todo mundo.
Casar e ter filhos não é diretamente o meu foco principal, mas é bem o que se pode querer, com o passar dos anos e o chegar da idade avançada, onde muita coisa normal da lugar ao ridículo, e além do sucesso profissional, é preciso conquistar
O que toda sociedade gosta afinal, aquilo que é sempre muito normal, ser diferente hoje em dia é muito normal, porém, tem que se fixar em algo bem interior, onde ninguem chegua e nem da palpite, algo muito íntimo e secreto, pra nao ser visto com olhos tortos de reprovação pelas pessoas socialmente normais (hauahuahuahau pausa para o riso).
Como é bom ser normal. Trabalho normal, lazer normal, familia normal, carros e casas normais, ter que ter dinheiro, educação e estudo. Como é bom ser normal =/ rsrsrsrs
(Post feito em fatos reais, qualquer semelhança terá sido mera coincidência). ;)
sábado, 12 de abril de 2008

E se for eu volto...
Maceió,
é um nó no peito esquerdo
é uma armadura de sal,
é uma armadilha de sol,
é um paraíso das águas.
=/
sexta-feira, 11 de abril de 2008

Sê generoso na prosperidade e grato no infortúnio.
Sê digno de confiança de teu próximo e dirige-lhe um olhar alegre e amável.
Sê um tesouro para o pobre, um conselheiro para o rico;
Responde ao apelo do necessitado e preserva sagrada a tua promessa.
Sê imparcial em teu juízo e cauteloso no que dizes.
A ninguém trates com injustiça e mostra toda humildade a todos os homens.
Sê como uma lâmpada para aqueles que andam nas trevas,
Sê causa de júbilo para o entristecido, um mar para o sequioso,
Um refúgio para o aflito, um apoio e defensor da vítima da opressão.
Que a integridade distinga todos os teus atos.
Sê um lar para o estranho, um bálsamo para quem sofre,
Uma torre de força para o fugitivo.
Para o cego deves tu ser olhos, e
Para os pés dos errantes, uma luz que guie.
(Bahá’u’lláh, “Seleção dos Escritos de Bahá’u’lláh”, n. CXXX, p.179.)